
Segundo a doutrina cristã, Jesus Cristo veio a nós para pregar o bem, ensinando e doutrinando um povo que naquela época era ignorante e quase primitivo (por isso sua linguagem era simples e ele abusava das metáforas - caso contrário, o povo daquela época não entenderia suas mensagens).
A coroa pregada na cabeça de Jesus nos mostra o quanto nossa mente e coração estão repletos de espinhos, orgulho, egoísmo e ódio (os mesmos sentimentos que geraram seu esdrúxulo julgamento pelos romanos). E pensando que Jesus passou por tudo isso para nos ensinar, podemos deduzir que esses espinhos são criados e alimentados por nossa cabeça, e nos trazem desequilíbrio, dor e até doenças.
Não precisamos dela, mas mesmo assim, muitas vezes preferimos viver cheios de espinhos na mente. Parece que a dor gerada pela retirada desses espinhos será maior do que a permanência dela, mas são estes espinhos que geram o desamor ao próximo e o egoísmo que tornam nossa vida tão caótica. Afinal, quando ferimos ao próximo, machucamos a nós mesmos.
A coroa pregada na cabeça de Jesus nos mostra o quanto nossa mente e coração estão repletos de espinhos, orgulho, egoísmo e ódio (os mesmos sentimentos que geraram seu esdrúxulo julgamento pelos romanos). E pensando que Jesus passou por tudo isso para nos ensinar, podemos deduzir que esses espinhos são criados e alimentados por nossa cabeça, e nos trazem desequilíbrio, dor e até doenças.
Desta forma, nossa cura mental, psicológica, espiritual e física exige que a gente retire essa coroa de espinhos de nossa cabeça, expelindo o mal, a dor e nos trazendo um estado de maior elevação, aproximando-nos de Cristo e todo Amor pregado por ele. Só depende de nós a retirada dessa coroa.
Não precisamos dela, mas mesmo assim, muitas vezes preferimos viver cheios de espinhos na mente. Parece que a dor gerada pela retirada desses espinhos será maior do que a permanência dela, mas são estes espinhos que geram o desamor ao próximo e o egoísmo que tornam nossa vida tão caótica. Afinal, quando ferimos ao próximo, machucamos a nós mesmos.
Talvez esta fosse a maior lição pregada por Jesus: o sofrimento dele representava o nosso sofrimento. A dor dele era a nossa dor. E a morte dele representaria a morte de todos estes sentimentos ruins (por isso ele escolheu morrer: para nos livrar dos espinhos encravados na humanidade).
Enfim... Independente de sua religião (ou da ausência de um religião), não julgue e condene ninguém se não quiser ser julgado e condenado. Não desconfie dos outros se não quiser que desconfiem de você. Estes sentimentos ruins representam a coroa que nós mesmos escolhemos pregar em nossa mente, gerando problemas ainda mais graves e um sofrimento que pode aumentar e atingir um nível insuportável. É nossa escolha evitar tudo isso.
Logo, se quiser ser amado, perdoado e abraçado, tome iniciativa e ame, perdoe e abrace.
Nenhum de nós veio ao mundo para sofrer.